
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti, ó cidade
Dentro de ti, ó cidade
O povo é quem mais ordena
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada esquina um amigo
Em cada rosto igualdade
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada rosto igualdade
O povo é quem mais ordena
À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Jurei ter por companheira
Grândola a tua vontade
Jurei ter por companheira
À sombra duma azinheiraQue já não sabia a idade
Em 1974, esta música foi a segunda música a passar como senha para o 25 de Abril às 0.20h. A primeira foi da autoria de Paulo de Carvalho “E depois do adeus”. Podemos dizer que esta música serviu como um “código” para o avanço das tropas mais afastadas de Lisboa e a confirmação de que a revolução ganhava terreno.
Esta letra refere-se a uma vila alentejana chamada Grândola. José Afonso refere os habitantes dessa vila como muito ligados entre si, uma vez que os considera “fraternas”. Além disso também todas as pessoas são vistas com os mesmos direitos. Além disso pretende comunicar que o povo é livre e que ninguém manda nele senão ele próprio.
Terra da fraternidade
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti, ó cidade
Dentro de ti, ó cidade
O povo é quem mais ordena
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada esquina um amigo
Em cada rosto igualdade
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada rosto igualdade
O povo é quem mais ordena
À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Jurei ter por companheira
Grândola a tua vontade
Jurei ter por companheira
À sombra duma azinheiraQue já não sabia a idade
Em 1974, esta música foi a segunda música a passar como senha para o 25 de Abril às 0.20h. A primeira foi da autoria de Paulo de Carvalho “E depois do adeus”. Podemos dizer que esta música serviu como um “código” para o avanço das tropas mais afastadas de Lisboa e a confirmação de que a revolução ganhava terreno.
Esta letra refere-se a uma vila alentejana chamada Grândola. José Afonso refere os habitantes dessa vila como muito ligados entre si, uma vez que os considera “fraternas”. Além disso também todas as pessoas são vistas com os mesmos direitos. Além disso pretende comunicar que o povo é livre e que ninguém manda nele senão ele próprio.

