
1) Porque é que sentiu que tinha vocação para o mundo da música em Coimbra?
-Foi em Coimbra que estudei e, por ser uma cidade universitária e com tradições musicais estudantis nomeadamente ao nível dos fados de Coimbra cativou-me de uma forma tal que decidi seguir este rumo.
2) De que modo é que as suas composições musicais influenciaram as mentalidades e uma forma de estar na sociedade da época?
- A minha música passou a ser uma forma de intervenção política que falava da falta de liberdade. As pessoas aderiam, porque sentiram-se identificadas pelas causas mencionadas.
3) Acha que pelo facto de ter nascido em Aveiro criou qualquer tipo de ligação para com esta terra?
- Evidentemente que sim: a terra natal é sempre uma referência para a nossa vida, mas também pelas manifestações antifascistas que ali foram realizadas, como por exemplo os congressos de oposição democrática.
4) Sente que, segundo essa ligação, também as pessoas se sentiram identificadas com a sua intervenção política como músico?
- Obviamente, até pelo facto de a canção “Grândola Vila Morena” ter sido a canção de referência do 25 de Abril de 1974. Além disso, já antes da revolução, as pessoas não só de Aveiro, mas a nível nacional, viam-me como um dos principais representantes da liberdade e dos movimentos revolucionários.
5) Se esta entrevista fosse intemporal e pudesse responder ao facto de só agora a cidade de Aveiro o ter homenageado dando o seu nome a uma rua, o que diria?
- Acho que os mandava todos à...com o devido respeito. Ou então faria das palavras de Mário Sacramento as minhas “ Não me obriguem a voltar aí “
-Foi em Coimbra que estudei e, por ser uma cidade universitária e com tradições musicais estudantis nomeadamente ao nível dos fados de Coimbra cativou-me de uma forma tal que decidi seguir este rumo.
2) De que modo é que as suas composições musicais influenciaram as mentalidades e uma forma de estar na sociedade da época?
- A minha música passou a ser uma forma de intervenção política que falava da falta de liberdade. As pessoas aderiam, porque sentiram-se identificadas pelas causas mencionadas.
3) Acha que pelo facto de ter nascido em Aveiro criou qualquer tipo de ligação para com esta terra?
- Evidentemente que sim: a terra natal é sempre uma referência para a nossa vida, mas também pelas manifestações antifascistas que ali foram realizadas, como por exemplo os congressos de oposição democrática.
4) Sente que, segundo essa ligação, também as pessoas se sentiram identificadas com a sua intervenção política como músico?
- Obviamente, até pelo facto de a canção “Grândola Vila Morena” ter sido a canção de referência do 25 de Abril de 1974. Além disso, já antes da revolução, as pessoas não só de Aveiro, mas a nível nacional, viam-me como um dos principais representantes da liberdade e dos movimentos revolucionários.
5) Se esta entrevista fosse intemporal e pudesse responder ao facto de só agora a cidade de Aveiro o ter homenageado dando o seu nome a uma rua, o que diria?
- Acho que os mandava todos à...com o devido respeito. Ou então faria das palavras de Mário Sacramento as minhas “ Não me obriguem a voltar aí “
1 comment:
Parabéns! Têm 5 pontos por terem publicado a entrevista no prazo!
E têm mais 9 pontos para o conteúdo. Na aula de 21 de Maio podem melhorar a entrevista.
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