Monday, May 21, 2007

Grândola vila morena


Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti, ó cidade
Dentro de ti, ó cidade

O povo é quem mais ordena
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada esquina um amigo

Em cada rosto igualdade
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
Terra da fraternidade

Grândola, vila morena
Em cada rosto igualdade
O povo é quem mais ordena
À sombra duma azinheira

Que já não sabia a idade
Jurei ter por companheira
Grândola a tua vontade

Jurei ter por companheira
À sombra duma azinheiraQue já não sabia a idade

Em 1974, esta música foi a segunda música a passar como senha para o 25 de Abril às 0.20h. A primeira foi da autoria de Paulo de Carvalho “E depois do adeus”. Podemos dizer que esta música serviu como um “código” para o avanço das tropas mais afastadas de Lisboa e a confirmação de que a revolução ganhava terreno.

Esta letra refere-se a uma vila alentejana chamada Grândola. José Afonso refere os habitantes dessa vila como muito ligados entre si, uma vez que os considera “fraternas”. Além disso também todas as pessoas são vistas com os mesmos direitos. Além disso pretende comunicar que o povo é livre e que ninguém manda nele senão ele próprio.

2 comments:

Anonymous said...

Alguém saberá o que significa justificar um texto? O que andaram a fazer nas aulinhas de TIC? Não sei...
TIC

ESPIRAL said...

O vosso comentário à letra escrita por Zeca Afonso apresenta demasiadas repetições... Vamos lá a melhorar o texto (ideias correctas!)